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Poets Of The Fall



Ouça seu batimento
Bate num frenético ritmo
E não são nem sete da manhã

Você está sentindo a súbita chegada
da angústia se acomodando
Você não pode fazer nada além de deixá-los entrar

Apresse-se então
Ou você ficará para trás e
eles controlarão você

E você precisa curar
A ferida atrás de seus olhos
Palavras instáveis enchendo sua mente

Então
Durma, querida, deixe seus sonhos fluírem,
Como ondas de doce fogo, em que você está segura internamente
Durma, querida, deixe suas torrentes virem subitamente,
e a levarem para uma nova manhã

Tente como você puder
Você tenta desistir
Parece estar resistindo rapidamente

Mão na sua mão
Uma sombra sobre você
Alguém que pede por almas no seu rosto


Ainda não importa
Se você não ouvirá
Se você não os deixará seguí-la

Você apenas precisa curar
Fazer suas mentiras boas
Siga em frente e não olhe para trás

Dia após dia
Visões instáveis
Mexendo com sua cabeça
Instáveis, viciantes
Dormindo na sua cama
Mexendo com sua cabeça
Visões instáveis
Instáves, viciantes

Poets Of The Fall - Where Do We Draw The Line

 
 
Poets Of The Fall - Where Do We Draw The Line
 
Em sua palma uma infindável maravilha As linhas que falam a verdade sem um som
Em seus olhos, a fome insaciável aguarda
Já olha para as presas correndo para baixo
Então porque é que vamos manter esta charada?
Como é que podemos dizer para além do tempo que passa, desde o tempo de espera?
O que quer de mim amanhã?
O que importa o que eu vejo?
Se não puder ser meu projeto
Diga-me onde é que vamos estabelecer os limites
A dança das chamas e sombras na rua,
fazem poesias que ninguém nunca ouviu.
O peso da solidão permanece em seus pés.
A gaiola já existe em torno do pássaro
Então, porque não temos um conjunto mascarado?
Antes que isso passe, antes que nosso amor torne-se insatisfeito
O que quer de mim amanhã?
O que importa o que eu vejo?
Se não puder ser meu projeto
Diga-me onde é que vamos estabelecer os limites
O que quer de mim amanhã?
O que importa o que eu vejo?
Se todos nós caminhamos atrás do cego
Diga-me onde é que vamos estabelecer os limites
Onde está o vento frio? Onde está o campo todo verde?
Onde está a minha mãe de braços abertos? Onde está o meu pai corajoso?
Eles gostam quando o sol se vai, dormem em terra agora santificado.
Com o Outono da castanhas folhas, com aqueles que gostam
Então porque é que vamos manter esta charada?
Como é que podemos dizer para além do tempo que passa, desde o tempo de espera?
O que sempre quer de mim amanhâ
Pelo menos eu estou aqui, pelo menos eu sou livre
Livre para escolher, para escolher o sinal