Imelda May

Imelda May pode ser um nome desconhecido para alguns, mas para muitos ela já é uma superstar. Ela é inconfundível, tanto na sua música, uma fusão de blues e rockabilly que não estaria fora de lugar num filme de David Lynch ou de Tarantino, como no seu estilo, com um solitário topete loiro no cabelo preto. Imelda May é um talento vocal único, aquele que está fora da ordem normal do tempo e das tendências. Inspirada pelos sons do blues e jazz e no som do rockabilly, um dos primeiros subgêneros do rock’n’roll, tendo surgido no começo da década de 50, aos nove anos de idade já era fã, particularmente, de Elmore James e Billie Holiday e especialmente da música de Buddy Holly, pioneiro do rock and roll; Eddie Cochran e Gene Vincent, ícones do rockabilly. Nascida em Dublin, Irlanda, aos catorze anos cantou em uma propaganda de TV, no entanto, sua carreira começou aos 16 anos percorrendo o circuito de clubes de Dublin onde ocasionalmente era impedida por ser menor de idade. Depois de se mudar para o Reino Unido em 1998, começou a cantar com a banda de jazz ‘Blue Harlem’ e por quatro anos como vocalista da banda de Mike Sanchez, cantor e pianista de rhythm and blues. Imelda lançou um punhado de álbuns independentes, em 2003, com sua banda lançou ‘No Turning Back’ ainda com o nome de solteira, Imelda Clabby, mais tarde regravado com o seu nome de casada. Em 2007, gravou e lançou em sua própria gravadora o álbum ‘Love Tattoo’, com a sua fantástica banda de apoio composta pelo trompetista Dave Priseman; o guitarrista Darrell Higham, com quem é casada; o baixista Al Gare e o baterista Steve Rushton. Imelda, além de vocalista, toca 'bodhrán', um instrumento musical de percussão irlandês que assemelha-se a um tamborim. Imelda dividiu o palco com Eric Clapton, Jeff Beck, Van Morrison, Scissor Sisters e, mais recentemente, com a primeira-dama do rockabilly, Wanda Jackson Hoje, a irlandesa Imelda May, de 37 anos, é a mais nova queridinha do gênio da guitarra, o britânico Jeff Beck. Depois de excursionar por todo o mundo promovendo 'Love Tattoo’, uma pequena pausa foi feita e Imelda emprestou a sua voz para o grande álbum ‘Rock’n Roll Party’, de Jeff Beck, gravado ao vivo em 2010 nos Estados Unidos durante homenagem ao virtuoso guitarrista Les Paul; para logo depois entrar no estúdio e gravar o magnífico 'Mayhem', uma coleção de standards e canções dela própria. Nele Imelda continua a desenvolver a sua fusão única de clássicos do rock básico, o rockabilly, o country, o jazz e o blues; e gêneros musicais modernos. O registro não só apresenta a sua capacidade de composição excepcional, mas também exibe algumas influências díspares, ‘Psycho’ capta o espírito do início da carreira da cantora britânica PJ Harvey, uma das mais importantes artistas de sua geração e um dos ícones do rock da década de 90; enquanto na dolorosamente triste ‘Kentish Town Waltz’ evoca a imagem de Chrissie Hynde, musicista estadunidense, conhecida especialmente como líder da banda ‘The Pretenders’. Em 2011, Imelda lançou 'More Mayhem', uma edição especial de seu disco de ouro 'Mayhem' com vários bônus. É hora de ouvir a irlandesa Imelda May, excepcional na escolha do repertório jazzístico e blueseiro sem apelar para clichês.

2007-No Turning Back
2008-Love Tattoo
2010-Mayhem
2011-More Mayhem
2011- And Jeff Beck - Rock N Roll Party
 
Como foi amplamente publicado, Jeff Beck homenageou Les Paul em um show onde executou classicos do amigo falecido recentemente. E vendo alguns vídeos deste ícone, percebi claramente que além de amigo Les Paul representava também uma inspiração no estilo para Jeff Beck. Neste vídeo nota-se claramente a facilidade com que Jeff executa os classicos que brilharam na guitarra de Les Paul. A platéia é um caso a parte: David Bowie, Stephen Colbert, John McEnroe, Steve Miller, Chris Noth, Meat Loaf, Kirk Hammett, Duff McKagan, Zakk Wylde, Warren Haynes e Ace Frehley. Além do filho de Les Paul, Russ Paul. Boa frequência, não? Jeff toca ao vocal da Irlandesa Imelda May e sua banda, Imelda May Band. Tem também como convidados Darrel Higham, Brian Setzer, Gary U.S. Bonds e Trombone Shorty. Uma apresentação grandiosa e memoravel, certamente

CD1
CD2
 

Comentários:

Postar um comentário